ICN recebe Comitê de Cooperação Brasil-França para submarinos

A quinta-feira (9) e a sexta-feira (10) ficaram marcadas pela 26ª reunião do Comitê de Cooperação Conjunto Brasil-França (CCCBF) para submarinos, da qual participaram o responsável pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e pelo Programa Nuclear da Marinha do Brasil (PNM); representantes da Marinha Nacional Francesa (MNF); e da Direção Geral de Armamento (DGA). … Ler mais

Marinha assina contrato para manutenção dos submarinos da Classe Riachuelo

A Diretoria Industrial da Marinha (DIM) realizou no dia 18 de agosto a cerimônia de assinatura do Contrato de Prestação de Serviços de Engenharia para Manutenção dos Submarinos “Classe Riachuelo”, no Salão Nobre do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.  O acordo firmado entre a DIM e a Itaguaí Construções Navais (ICN) tem duração … Ler mais

Diocese de Itaguaí recebe cobertores para doação da Aciapi

Nos últimos dias, o inverno tem dado uma trégua com temperaturas mais elevadas. No entanto, a solidariedade continua. Na quarta-feira (20), foi dia de entrega. A Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Itaguaí (Aciapi) entregou o material arrecadado na campanha do agasalho, como roupas e cobertores, à diocese do município. Tadashi Tani, presidente da Aciapi … Ler mais

Sebrae Rio e ICN selecionam empresas para projeto de capacitação de fornecedores

O Sebrae Rio e a ICN (Itaguaí Construções Navais) realizam a continuidade do projeto Elo. O Elo 2, como o programa foi batizado, capacita micro e pequenas empresas que já fornecem para a ICN e aquelas com produtos e serviços de interesse da companhia. Idealizado em 2019 e suspenso devido à pandemia, o Elo 2 … Ler mais

Sebrae lança Caderno Especial em parceria com o Jornal Atual

O Sebrae Rio lançou no sábado (4) uma publicação editada pelo Jornal ATUAL sobre as oportunidades de negócios na região a partir da Economia do Mar e suas políticas públicas e privadas. O título é “O progresso está aqui – Como o polo da Baía de Sepetiba e o encadeamento produtivo podem trazer desenvolvimento sustentável … Ler mais

ICN lança nova etapa de projeto para capacitar fornecedores

A Itaguaí Construções Navais (ICN) e o Sebrae Rio apresentaram para empresários, na quinta-feira (4), nas dependências da ICN, a continuação do Projeto Elo, o Elo 2. Trata-se da promoção de fornecedores em uma cadeia de valor, ou seja, empresas que confluem em um determinado ramo e contexto territorial para, juntas, encontrarem meios de aumentar … Ler mais

ICN realiza embarque da plataforma de ventilação no Submarino Tonelero

MAIS UM MARCO A Itaguaí Construções Navais (ICN) realizou na segunda-feira (14), o embarque da plataforma (cradle) de ventilação no interior do Submarino “Tonelero” (SBR-3), na Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM), em Itaguaí. O equipamento foi embarcado na 2ª Seção do casco resistente, materializando mais um marco no processo de construção da terceira … Ler mais

Marinha inaugura Base de Submarinos

Itaguaí se consolida como território estratégico para o sistema de defesa nacional com a ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM) pela Marinha do Brasil. O marco histórico para a cidade aconteceu na manhã desta sexta-feira (17), data em que se comemora o 106º aniversário do Comando da Força de Submarinos, em cerimônia com número reduzido de participantes, seguindo o protocolo de saúde que a pandemia requer, e transmissão ao vivo pelas redes sociais Facebook e YouTube da Marinha do Brasil.

DESCERRAMENTO DA placa alusiva a ativação da Base Naval da Ilha da Madeira Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, ministro de estado de Minas e Energia, Almirante de Esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior, comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Alípio Jorge Rodrigues da Silva e o comandante da BSIM, Capitão de Mar e Guerra Fernando de Luca Marques de Oliveira

Construída para abrigar cinco submarinos, inclusive o de propulsão nuclear, que faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos – Prosub (https://www.marinha.mil.br/prosub), que estão sendo construídos em Itaguaí pela ICN – Itaguaí Construções Navais, a base vai servir, ainda, de atracação, infraestrutura e apoio administrativo aos navios subordinados ao comando da força de submarinos; segurança de áreas e instalações do complexo naval de Itaguaí, incluindo os perímetros marítimo, terrestre e áreas comuns, em coordenação com as demais organizações marítimas e empresas sediadas no complexo, além de oferecer apoio básico de saúde.

Inicialmente 300 militares, entre oficiais e praças, passam a atuar na BSIM, número esse que pode chegar em 10 anos a 2.500. Segundo a Marinha do Brasil, a maioria fixará moradia em Itaguaí, principalmente, e Região, influenciando, com isso, positivamente a economia da cidade, além de proporcionar empregos indiretos com a contratação de empresas para fornecimento de produtos e serviços demandados pelo Complexo Naval e Itaguaí, que compreende no estaleiro de construção, estaleiro de manutenção e a BSIM.

“A ativação da nova Base de Submarinos da Ilha da Madeira, em Itaguaí, elevará substancialmente a importância estratégica desse município para o país, por abrigar o ativo mais importante para o setor de defesa do Brasil”

Para conhecer detalhes da super estrutura que compõe o complexo, suas finalidades e sua influência no desenvolvimento da cidade, o Jornal Atual encaminhou à Marinha do Brasil uma série de perguntas, compondo a entrevista que segue:

O que a Base de Submarinos representa para a Marinha do Brasil?

A Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM) é parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), responsável pela construção em curso de quatro submarinos convencionais e do primeiro submarino com propulsão nuclear brasileiro, objeto precípuo desse programa.

 Qual é o seu principal destaque de atuação?

A BSIM tem por propósito prioritário contribuir para a adequada manutenção e apoio logístico a submarinos e meios de superfície. Entre suas inúmeras possibilidades e recursos destacam-se locais de atracação, infraestrutura para os serviços de manutenção, apoio administrativo e logístico aos meios subordinados ao Comando da Força de Submarinos e suporte básico de saúde; segurança de áreas e instalações do Complexo Naval de Itaguaí, incluindo os perímetros marítimo e terrestre; e segurança de áreas comuns, em coordenação com as demais organizações militares e empresas sediadas no complexo.

Qual será sua estrutura administrativa e operacional?

Tendo como foco o apoio às OMs instaladas em Itaguaí, a BSIM demanda recursos humanos altamente qualificados e infraestrutura específica, o que requer a consolidação de uma mentalidade de segurança, especialmente por constituir-se na guardiã do maior ativo da defesa nacional. Dessa forma, suas instalações possuem elevados níveis de automação; uma complexa infraestrutura de rede de dados; e centros de controle que permitem automatizar tarefas como o armazenamento e a distribuição de facilidades (água potável e desmineralizada, óleo combustível, energia elétrica), controle de maquinário, detecção e combate a incêndios, segurança física das instalações e proteção ambiental.

A BASE de Submarinos da Ilha da Madeira é parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos

Os usuários da BSIM contarão com modernos recursos de tecnologia da informação e de comunicações para o desempenho de suas tarefas, inseridos na robusta infraestrutura de Segurança da Informação da Marinha do Brasil. Moderna, bem equipada e com efetivo bem preparado para exercer seu papel constitucional de contribuir para a garantia da soberania do país, a ativação da BSIM representa um importante marco no processo construtivo do Prosub, elevando o patamar tecnológico e agregando à Base Industrial de Defesa um importante vetor de inovação, incorporação tecnológica e expansão da indústria.

Com sua ativação, Itaguaí passa a ser a única base de submarinos do Brasil?

Não. Além da Base de Submarinos na Ilha da Madeira, a Marinha do Brasil dispõe da Base de Submarinos Almirante Castro e Silva, situada na Ilha de Mocanguê, em Niterói, sede da esquadra. Mas é importante salientar que, em todas as bases navais distritais existentes na Marinha, desde a Base Naval de Val de Cães, em Belém, no Pará; até a Estação Naval de Rio Grande, na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, há a possibilidade de apoio logístico limitado para os submarinos, quando destacados em operação naquelas áreas marítimas de interesse.

Quantos militares estarão atuando diretamente na cidade? Destes, quantos, de fato, irão morar no município?

A BSIM terá um efetivo previsto de cerca de 300 militares, entre oficiais e praças, sendo que a grande maioria irá residir na região de Itaguaí e seu entorno. Isso porque a implantação acontecerá de modo progressivo. Hoje, está efetivamente presente uma estrutura mínima inicial para prover apoio e facilidades para o primeiro submarino, o “Riachuelo”, que será transferido para o Setor Operativo da Marinha nos próximos meses. Dessa forma, o número de militares será aumentado no decorrer do tempo, de acordo com a crescente demanda de apoio aos demais submarinos em construção, na medida em que forem sendo incorporados e igualmente transferidos, de modo sequencial, àquele setor. Para abrigar convenientemente esses militares e seus familiares, a Marinha optou pela aquisição de próprios nacionais residenciais em Itaguaí e Itacuruçá, de modo a permitir que eles possam fixar residência na região.

Haverá oportunidades de negócios para as empresas civis, em especial, sediadas em Itaguaí? Com isso, conseguem estimar quantas oportunidades de emprego indireto podem ser geradas na cidade?

O Prosub, além de ser um dos principais programas estratégicos na área da defesa, também tem como uma de suas premissas o estímulo ao desenvolvimento econômico do país, o que seguramente contribuirá para a geração de novas oportunidades de emprego para a região. Paralelamente, na medida em que os militares e seus familiares residirem em regime permanente em Itaguaí ou Itacuruçá estima-se uma crescente demanda, tanto nas áreas de ensino fundamental e médio, como também quanto aos serviços de saúde, comércio e municipais de um modo geral. Em relação à BSIM propriamente dita, suas instalações estão dotadas de sistemas e equipamentos que demandarão assistência técnica especializada, tais como subestações elétricas, elevadores de navios, geradores elétricos e seus motores diesel acoplados, bombas hidráulicas e seus motores elétricos de acionamento, oficinas mecânicas, entre outros. Adicionalmente, haverá a necessidade de aquisição de produtos básicos, gêneros alimentícios, materiais de limpeza e higiene pessoal, itens de escritório, provisões de saúde, sendo fortemente desejável que tais demandas sejam atendidas por empresas locais, preferencialmente instaladas no entorno da base.

O que a BSIM representa para a economia local, em recursos financeiros somados ao montante mensal do soldo dos militares com a geração de novos negócios?

Entende-se que, concretizada a ativação da BSIM, e considerando-se a presença de um contingente paulatinamente crescente de militares da Marinha trabalhando diretamente na região de Itaguaí, deverá ser observada uma contribuição expressiva para o aquecimento da economia local. Importante destacar que, além da BSIM, outras organizações militares serão construídas na continuidade desse empreendimento, estimando-se atingir um patamar de aproximadamente 2.500 militares, além de seus familiares, nos próximos dez anos. Mediante os dados apresentados, as perspectivas para a dinamização da economia local são promissoras.

O que representa, para Itaguaí, sediar uma Base Naval de Submarinos?

A ativação da nova Base de Submarinos da Ilha da Madeira, em Itaguaí, elevará substancialmente a importância estratégica desse município para o país, por abrigar o ativo mais importante para o setor de defesa do Brasil. Ressaltando-se o propósito precípuo dessa base, que abrigará o primeiro submarino com propulsão nuclear brasileiro, fica evidenciada sua maior dimensão estratégica.

O que muda na rotina da cidade a partir da inauguração da BSIM? 

Era de esperar que uma organização militar de grande porte, como a BSIM, ocasionasse mudanças naturais, mas com efeitos positivos, para a rotina do município de Itaguaí. É oportuno ressaltar que os militares e seus familiares, ao se afastarem, em sua maioria, da cidade do Rio de Janeiro, e ao fixarem residência nesta cidade e seu entorno, demandarão necessidades por serviços essenciais, que deverão acarretar num aumento expressivo de matrículas nas escolas de ensino fundamental e médio, por exemplo. O mesmo poderá ser verificado quanto ao crescimento das demandas pelos postos municipais de saúde, assim como pelos hospitais e rede privada, por estabelecimentos comerciais de atacado e varejo, postos de combustíveis, busca por áreas de lazer e outros. Também é importante lembrar que, quando o efetivo de militares e suas famílias atingir 2.500, em dez anos, pode-se antever que a rotina da cidade estará alterada permanentemente. Em relação ao aspecto sociocultural, por certo a Data Magna da Marinha (11 de junho) e a celebração do Dia do Marinheiro (13 de dezembro) serão incorporadas definitivamente no calendário oficial e na rotina do município de Itaguaí.

Como a Marinha do Brasil pretende se relacionar com a comunidade local e que ações estariam mapeadas para tanto?

A Marinha do Brasil entende que a comunidade local do município de Itaguaí e de seu entorno é integrante fundamental para o êxito de um programa estratégico da magnitude do Prosub. Nesse contexto, a Marinha tem buscado intensificar gradativamente seu relacionamento junto à comunidade local, bem como colaborar com a elevação do nível de desenvolvimento econômico da região e de seu entorno. Desde o início desse empreendimento, em 2010, foram desenvolvidos programas em parceria com a sociedade com o objetivo de estreitar os laços e de mitigar os impactos decorrentes da interferência das obras na fauna e flora locais. Dentre as iniciativas desenvolvidas, incumbe salientar os programas “Trabalho e Renda”, que cadastrou candidatos à execução de serviços nas obras de construção dos estaleiros e da BSIM; o projeto de preservação da Baía de Sepetiba, com a retirada de rejeitos lançados in situ ao mar pela empresa Ingá, na década de 80; e as ações sociais voltadas para a população local, entre elas uma cooperativa de produtores locais, assegurando o fornecimento de gêneros alimentícios, do tipo hortaliças e frutas, que abastece a empresa Itaguaí Construções Navais. Efetivada a ativação da BSIM, a Marinha do Brasil permanecerá envidando esforços para estreitar o proveitoso relacionamento com a sociedade local em benefício das famílias e do município, a exemplo do que ocorre em outras cidades do país onde suas organizações militares se fazem presentes.

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Vislumbrando novas possibilidades e oportunidades regionais

APROXIMAÇÃO Os entendimentos visando à dinamização dos negócios no estado do Rio de Janeiro, aproximando potenciais fornecedores, entre micro, pequenas e médias empresas às gigantes do mercado, como das industriais naval, da construção, da defesa, da construção civil, portuária e de negócios afins tiveram mais um capítulo na quarta-feira (10), dessa vez com foco em Mangaratiba, com a realização do evento “Diálogos do Desenvolvimento – Economia do Mar”.

O encontro virtual reuniu participantes do Fórum de Desenvolvimento Estratégico da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e do Fórum de Fornecedores de Mangaratiba, que, por sua vez, integram o Polo Mar da Baía da Ilha Grande. A ideia foi, mais uma vez incentivar a conexão entre grandes empresas e fornecedores de Mangaratiba, aproveitando a experiência que o parlamento carioca tem colhido ao longo de várias reuniões destinadas a incentivar o desenvolvimento do estado somando à ação desenvolvida pelo Sebrae, Fecomercio e Sanac que promove os Fóruns do Polo do Mar no estado.
A proposta do Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro, da Alerj, é a de realizar uma série de diálogos com os fóruns de fornecedores de suprimentos locais de Itaguaí, Porto do Açu, Niterói, Mangaratiba e o Cluster Automotivo do Sul Fluminense para conhecer de perto os potenciais, oportunidades e gargalos que impedem o crescimento da base de fornecedores locais.
O objetivo desses encontros, que são viabilizados pela plataforma Teams, é o de discutir com os líderes do fórum de fornecedores/suprimentos faça uma apresentação sobre a atual governança, a agenda de trabalho, as oportunidades de crescimento e os principais obstáculos que precisam ser vencidos, bem como discutir as questões a respeito do legislativo que possam interagir com os executivos locais para abrir caminhos para ações pontuais da Alerj. Uma nova rodada de encontros está programada para a primeira quinzena de julho, com dia ainda a ser confirmado, e serão mediados pela secretária-geral do Fórum, Geiza Rocha e pelo gerente de Grandes Empreendimentos do Sebrae Renato Regazzi. Do encontro virtual em Mangaratiba participaram nomes como o de Daniel Mendonça, da ICN, Vitor Saboia, da Vale e da coordenadora regional do Sebrae-RJ, Patrícia Rocha; Geiza Rocha, da Alerj; Renato Regazzi, do Sebrae/RJ; Dulce Ângela, assessora do Senac, do Professor Alexandre, da UFRRJ, e Fecomercio, e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Mangaratiba, Pedro Lemelle, que vem se empenhando na construção da cadeia produtiva de Mangaratiba, em parceria com o Sebrae, através da Coordenação da Baía da Ilha Grande. “A gente está numa posição estratégica, entre o Polo da Baía de Sepetiba e o Polo da Baía da Ilha Grande. O objetivo de nosso Fórum de Fornecedores é atuar para ambos, uma vez que estamos ali no meio do caminho. A gente vem contando com apoio de grandes empresas, e, claro, a gente está buscando uma oportunidade para que a micro, pequena e média empresa de Mangaratiba possa oferecer produtos e serviços, credenciando-se como fornecedores. Tudo vai depender da qualificação deles”, avalia o secretário.

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Evento destaca a força do negócio do mar no estado

INTEGRAÇÃO  O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Rio de Janeiro (Sebrae-RJ), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-RJ) promoveram, entre os dias 25 e 29, a Semana Polo do Mar Conecta – Informações … Ler mais